10 NOVAS AULAS NA ÁREA DE MEDICINA INTERNA

Acabo de gravar e editar um total de 10 aulas na área de MEDICINA INTERNA que está disponível a partir de hoje em nosso site e que visa à atualização e à iniciação em novas áreas do diagnóstico por imagem como é a elastografia. E, com o conhecimento que passamos nessas aulas, adquiridos em anos de experiência e em congressos no exterior, tenho certeza que irá facilitar o diagnóstico dos seus pacientes.

Entre as características nas quais sempre me destaco e que fazem com que minhas aulas sejam concorridas estão o conhecimento sólido que embasa o material exposto de forma didática e sem nunca esconder o leite. O ensino é passado de forma clara e precisa, para que você possa utilizá-lo na sua prática diária, realmente melhorando a qualidade de seus atendimentos e a sua segurança nos diagnósticos que realiza. E o médico ultrassonografista é mais requisitado quando acerta mais os diagnósticos.

O meu objetivo é justamente ajudar aos médicos e pacientes. Ao médico por que ampliar seu acerto do diagnóstico e ao paciente por que a conduta médica está baseada no diagnóstico correto.

Tenho certeza que você precisa e irá se beneficiar muito do conhecimento que adquirirá nesse material. A minha certeza é tanta que estou oferecendo uma aula totalmente gratuita para que veja o seu conteúdo e avalie por si.

Assista agora ao vídeo onde eu falo um pouco mais do conteúdo das aulas e dos seus objetivos e depois entre em contato conosco, que enviaremos seu acesso à aula gratuita no nosso portal.

medinternadiv

MATÉRIA 1: Aplicações práticas US – Doppler – Elastografia em medicina interna

Duração aulas: 819 minutos

Esta matéria é composta por 10 aulas contendo detalhes dos princípios diagnósticos do exame tríplice (US, Doppler e elastografia) das principais patologias da medicina interna, abordando temas importantes para dar embasamento ao conhecimento e facilitar sua fixação.  Explicam-se as bases clínicas e anatomopatológicas dessas patologias, sinais e sintomas clínicos e o risco de malignização associado a cada uma dessas manifestações do ponto de vista ultrassonográfico, da vascularização (Doppler) e  das alterações de consistência de órgãos e tecidos (elastografia), que são as bases do exame tríplice. Os aspectos pertinentes da anatomia patológica relacionados a cada uma destas patologias, para fins do diagnóstico por imagem, são mostrados e facilitam a compreensão das dificuldades da interpretação dos exames mencionados e a correlação das imagens com os achados das imagens. Também são abordadas as dificuldades, as chaves diagnósticas e os diagnósticos diferenciais das patologias nas seguintes estruturas e órgãos: fígado, vesícula biliar, mamas, tireoide, bexiga e vias urinárias, loja tireoidiana pós tireoidectomia total e linfonodos cervicais para rastreio de metástases do câncer tireoidiano.  As 10 aulas desta matéria são:

Aula 1: Método tríplice nas hepatopatias focais  benignas e malignas. Duração: 101 minutos. Esta aula inicia-se com a avaliação US das lesões nodulares hepáticas benignas, inclusive dos aspectos clínicos e anatomopatológicos. Define-se e comentam-se os aspectos gerais das lesões nodulares, benignas e malignas, ensinando a diferenciação entre ambas. Rica em ilustrações, essa aula descreverá também as principais características morfológicas e patológicas das lesões focais benignas e malignas do fígado. Serão abordados os achados ultrassonográficos, dando-se ênfase no exame tríplice como método de escolha no auxílio para os diagnósticos diferenciais das lesões hepáticas focais. As principais chaves diagnósticas são enfatizadas para auxiliar ao ultrassonografista a diagnosticar com critérios simplificados estas patologias hepáticas, quando a ultrassonografia é suficiente, quando necessita do estudo de vascularização (Doppler) e quando requer a análise da consistência (elastografia).

Aula 2: Elastografia Hepática. Duração: 64 minutos. Esta aula se inicia com o contexto clínico da hepatopatias crônicas e suas dificuldades para diferenciar as hepatopatias hiperecogênicas entre si, exclusivamente pela US, devido as semelhanças de ecogenicidade que apresentam. É dada ênfase na utilização da elastografia como método importante na diferenciação entre as várias hepatopatias difusas: esteatose, hemocromatose, fibrose da hepatopatia crônica persistente e cirrose hepática, assim como ao estadiamento pela classificação metavir da fibrose do fígado (equivalência metavir – elastografia hepática). Com muitas ilustrações, essa aula descreverá também as principais características patológicas das diferentes hepatopatias difusas, seus aspectos clínicos, US, Doppler e elastográficos, facilitando ao ultrassonografista iniciar-se nesta nova área do conhecimento médico.

Aula 3: Vesícula Biliar. Duração: 109 minutos. Esta aula mostra os aspectos diagnósticos US básicos e avançados  da patologia da vesícula biliar, ensinando a aplicação do Doppler e da elastografia quando necessário. Técnicas de exames indispensáveis para o diagnóstico vesicular são esmiuçadas. São citadas as variantes anatômicas da vesícula biliar e as anormalidades do seu lúmen. Na sequência, são abordados as patologias da parede vesicular, seus achados clínicos e anatomopatológicos, correlacionando-se com as imagens US. São mostrados e ilustrados os sinais e características das lesões vesiculares nos principais exames de imagem, dando ênfase à ultrassonografia por ser o método padrão-ouro no estudo deste órgão, incluindo-se o estudo Doppler e elastográfico das lesões parietais, quando fundamentais. Para encerrar, são mencionados os diagnósticos diferenciais e a conduta frente às patologias vesiculares.

Aula 4: Elastografia da Mama. Duração: 48 minutos. O tema aborda inicialmente a importância das bases físicas da elastografia e os princípios utilizados no diagnóstico diferencial dos nódulos sólidos benignos e malignos da mama por este método. São abordados, de modo descritivo e ilustrativo os principais achados da elastografia da mama e mostrados exemplos ilustrativos de cada padrão elastográfico (benigno, maligno e duvidoso), assim como a associação da US, Doppler e elastografia para reduzir os falso-positivos e falso-negativos do câncer mamário. Ao final enfatiza-se como a elastografia da mama auxilia na prática diária dos ultrassonografistas.

Aula 5: Verdades e mentiras da mamografia. Duração: 118 minutos. Esta aula é iniciada citando as verdades e mentiras das campanhas favoráveis à mamografia como ocorrem no outubro rosa e em outras propagandas enganosas veiculadas na mídia sobre este método. A seguir abordam-se os dados da ciência internacional que denunciam a ineficácia e os malefícios da mamografia, conforme referendado pela Cochrane e Conselho Médico Suíço, aos quais se contrapõe a ciência medíocre dos cientistas cheios de conflitos de interesse, que defendem a mamografia a seu próprio favor (mas contra as mulheres) e que são os responsáveis pelo noticiário confuso na mídia, ora a favor e ora contra a mamografia. Isso é o que denominamos de “a guerra da mamografia”, que em nada auxilia as mulheres na luta contra o câncer de mama e desfavorece-as nesse quesito. Explica-se a dificuldade de se divulgar o lado B da mamografia devido aos interesses econômicos, de fama e  poder envolvidos. O ponto alto é a descrição dos métodos atuais de rastreio do câncer de mama sem prejudicar a mulher. Enfim, o propósito é dar noções claras e objetivas para auxiliar o médico  ultrassonografista, ginecologista e mastologista na sua prática clínica.

Aula 6: Avaliação da parede vesical.  Duração: 83 minutos. Esta aula tem como objetivo inicial a            avaliação do espessamento parietal difuso e focal da parede vesical. Quando são abordadas as lesões focais é dada ênfase no diagnóstico diferencial US, Doppler e elastográfico das patologias benignas e malignas da parede vesical. E para finalizar essa aula, é citada a importância da avaliação das anomalias morfológicas da bexiga e vias urinárias baixas, pois não é um diagnóstico fácil, embora relativamente frequente, com o objetivo de auxiliar ao médico clínico e ultrassonografista na sua prática diária.

Aula 7: Discussão de caso vias urinárias. Duração: 115 minutos. Esta aula inicia-se com uma revisão da anatomia, topografia e informações gerais sobre a uretra feminina. Posteriormente enfatiza-se a patogênese do divertículo da uretra feminina, juntamente com os sinais e sintomas que permitem a suspeita dessa moléstia. São citados os métodos de diagnóstico por imagem convencionais e suas dificuldades em uma aula de revisão que se segue a discussão do caso, assim como os métodos avançados mais recentes, tais como a US, o Doppler, a TC e a RNM que permitem o diagnóstico da uretra feminina com menos traumatismos locais e reduzidos falso-negativos e falso-positivos. Por fim analisa as principais complicações dessa patologia e os seus tratamentos.

Aula 8: Tireóide – Exame tríplice. Duração: 55 minutos. Esta aula tem como objetivo principal a caracterização dos nódulos tireoidianos pelo exame tríplice, ou seja, diferenciar os nódulos benignos dos malignos pelos três métodos (US, Doppler e elastografia). Ensina-se como raciocinar com os dados dos três métodos em conjunto e assim analisar os resultados do exame tríplice. Com muitas ilustrações, essa aula descreve também as principais características e critérios diagnósticos do método tríplice para os nódulos tireoidianos, correlacionando-os com os aspectos clínicos e anatomopatológicos. Cada um dos métodos tem sua sensibilidade, especificidade, VPP e VPN, os quais são mostrados e analisados, isoladamente e em conjunto.

Aula 9: Linfonodos cervicais.  Duração: 66 minutos. Esta aula ensina de forma simples e objetiva como o ultrassonografista pode reconhecer os níveis dos linfonodos cervicais para descrever ao cirurgião onde está(ão) situado(s) o(s) nódulo(s) cervicais suspeitos de acometimento metastático afim de serem topografados e descritos no laudo pré ou pós tireoidectomia total por câncer tireoidiano, com a  finalidade de facilitar a localização e remoção dos linfonodos malignos durante o ato cirúrgico. Para isso são utilizados os pontos de referência facilmente reconhecidos pelos ultrassonografistas no exame do pescoço. Em seguida, faz-se a descrição dos linfonodos pelo exame tríplice (US, Doppler e elastografia), caracterizando os linfonodos como benignos ou malignos, de acordo com os critérios diagnósticos de cada exame, comentando-se as facilidades e dificuldades de cada método.  Com muitas imagens descritivas e ilustrativas dos padrões benignos, malignos ou duvidosos dos linfonodos cervicais pela US, Doppler e elastografia, essa aula também compara a acuidade diagnóstica do método tríplice, realizando assim uma eficiente conclusão.

Aula 10: Loja tireoidiana. Duração: 60 minutos. Esta aula descreve qual é o protocolo clínico e ultrassonográfico para o acompanhamento pós cirúrgico do câncer da tireóide, que inclui: (a) rastreamento e monitoramento dos restos de tecidos tireoidianos e/ou tumorais na loja tireoidiana; (b) rastreamento e monitoramento dos linfonodos cervicais, visando a detecção de recidiva local ou metástases loco regionais em todos os pacientes operados, em especial aqueles que não apresentam elevação da tiroglobulina (variável biológica ou tireoidectomia parcial pregressa). São mostrados exemplos ilustrativos da loja tireoidiana normal, da pseudorrecidiva (restos tireoidianos ou granulomas) e da recidiva local verdadeira, de cada um dos exames: US, Doppler e elastografia. Também é mostrado como, nas lesões suspeitas pelo exame tríplice, é fundamental a PAAF  guiada pela US e dosagem da tiroglobulina do aspirado para orientar a conduta clínica e cirúrgica.

 

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s