CURSO PREPARATÓRIO DAS PROVAS CBR   Leave a comment


PREPARE-SE PARA AS PROVAS DE TÍTULO DE ULTRASSONOGRAFIA COM QUEM ENTENDE

A prova de título de especialista em Ultrassonografia ministrada pelo CBR  ficou muito exigente. Só foram aprovados 2% dos inscritos em 2014.  Sabe por quê?

Porque os cursos de ultrassonografia disponíveis no mercado ensinam superficialmente e na prova exige-se o conhecimento em profundidade, exatamente como está nas aulas do portal Lucy Kerr. Lá você aprenderá o raciocínio ultrassonográfico necessário, a base para entender os meandros da ultrassonografia e prepará-lo para ter maior fixação e ter melhor desempenho ao estudar a matéria. E sair-se bem nas provas.

Aprenda conosco o que ninguém mais ensina, em profundidade, nos detalhes.

Para ensinar é necessário saber. E com certeza sabemos.

Saiba mais, consulte, cadastre-se:

Endereço Av. Brigadeiro Luiz Antônio, 2504- 2º andar

telefone (11) 3287-3755

email portal@lucykerr.com.br

Publicado 22/05/2015 por lucykerr em Cursos

AIUM 2015   Leave a comment


Durante o AIUM 2015 Dra. Lucy Kerr entrega exemplar de seu livro, Ultrassonografia e Doppler do Trato Gastrointestinal para Dr. David Cosgrove e Dr.Thomas S. Stavros, que ficaram muito felizes em receber a prenda e se admiraram da qualidade do livro e das imagens, parabenizando-a pelo resultado.


Dra Lucy Kerr e Dr. David Cosgrove


Dra Lucy Kerr e Dr.Thomas S. Stavros

Publicado 22/04/2015 por lucykerr em Ultrassonografia

O DOPPLER É IMPRESCINDÍVEL NO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DO NÓDULO SÓLIDO DA MAMA   Leave a comment


Lucy Kerr*, David Torrico Zurita **

Introdução: Temos conhecimento que muitos ultrassonografistas do Brasil têm opinião que o Doppler não tem qualquer utilidade para diagnóstico da mama, inclusive expressadas em aulas de congressos que assistimos aqui em São Paulo. Discordamos dessa opinião e vamos mostra um caso que explica parcialmente como os ultrassonografistas brasileiros chegaram a esta conclusão errônea sobre o método.

Relato do caso: paciente de 29 anos com antecedentes de mononucleose, colelitíase e dislipidemia. Foi encaminhada para o nosso serviço para avaliação de nódulo mamário não palpável detectado em US prévio. A paciente trouxe o exame US do outro serviço de 11/02/2015 (figura 1) que mostrava um nódulo sólido às 3 horas da mama esquerda a 1.4cm da pele, mais alto do que largo, medindo 3.4×2.7×1.7cm.

Figura 1. US bidimensional realizado em outro serviço descreve a lesão como “nódulo sólido com limites regulares bosselados de textura hipoecogênica”

Figura 2. Estudo Doppler realizado no outro serviço não detectou qualquer vaso intra ou peri lesão. O significado desta aparente avascularização tecidual será discutido.

O nódulo foi classificado como BIRADS III e sugerido retorno a cada 6 meses.

Veja no nosso blog porque achamos que esta conclusão está inadequada, porque o seu estudo Doppler não mostrou vasos que estavam presentes no exame realizado na Sonimage e porque sua conclusão sem embasamento no padrão da vascularização pode gerar erros diagnósticos gravíssimos clicando abaixo:

https://lucykerr.wordpress.com/

O exame tríplice (US, Doppler e elastografia) realizado em Sonimage em 08/04/2015 foi constatado um nódulo sólido pela análise US bidimensional, situado profundamente às 9 e 10 horas da mama esquerda, com a margem posterior junto à gordura retro mamária, de formato ovalado, mais largo do que alto, de limites regulares e bem definidos, com três bosseladuras suaves, textura difusamente hipoecogênica em relação ao tecido adiposo mamário normal e exibindo múltiplas trabeculações internas dispostas paralelamente à pele (figura 3).

 

Figura 3. A imagem mostra o nódulo sólido às 9 horas da mama esquerda, que dista 1.4cm do mamilo, 1.6cm da pele, mede 3.4×3.3×1.6cm nos maiores eixos, é difusamente hipoecogênico em relação ao tecido adiposo e tem discretas lobulações nos contornos bem definidos (assinalado com calibres).

O estudo Doppler do nódulo sólido da mama esquerda mostrou que é irrigado por um vaso convergente, que circunda a metade anterior da lesão, penetrando-a anteriormente (figura 4), compatível com vaso nutriente, mas seus ramos tornam-se imperceptíveis a seguir. Internamente o padrão é difusamente hipovascularizado. O Doppler pulsátil mostrou fluxo de baixa velocidade internamente (figura 5), mas elevado no vaso nutriente da lesão, o qual é relativamente calibroso (figura 6). O parênquima circunjacente ao nódulo mostrou vários vasos relativamente calibrosos.

Figura 4. Estudo Doppler do nódulo sólido das 9 horas da mama esquerda mostra o vaso convergente anterior, que circunda anteriormente ao nódulo e um vaso relativamente calibroso próximo à superfície cutânea, na margem esquerda da foto e outros menores esparsos pelo lobo mamário.

Figura 5. Mostra o Doppler pulsátil do sólido das 9 horas da mama esquerda realizado em pequeno vaso intra-nodular identificado próximo a cápsula anterior da lesão, mostrando velocidade máxima de 5.5 cm/s, compatível com a benignidade.

Figura 6. Mostra o Doppler pulsátil no vaso que circunda o sólido das 9 horas da mama esquerda junto à capsula anterior da lesão, mostrando velocidade máxima de 19,8 cm/s.

A análise elastográfica do nódulo sólido da mama esquerda mostrou que contém predomínio (70%) das áreas de consistência intermediária e suas dimensões são iguais na US de módulo B  e no elastograma (sinais elastográfico de benignidade). (figuras 7 e 8)

Dop Ca misto em idosa

Figura 7. A imagem do estudo elastográfico da lesão nodular das 9 horas da mama esquerda está bipartida, sendo a US de módulo B da metade esquerda e o elastograma da metade direita e o nódulo está delineado pela função sombra, mostrando a equivalência da lesão nos dois métodos diagnósticos. Observar que o nódulo se vê predominantemente cinza no elastograma (a referência é a escala de cores da barra lateral, onde o escuro é duro e o branco é mole enquanto que o cinza está entre os extremos), o que é compatível com consistência intermediária do nódulo, sendo ligeiramente maior do que o tecido fibroglandular, mas menor do que o tecido adiposo.

Figura 8. Elastografia ARFI do nódulo sólido da mama esquerda mostra a velocidade de propagação das ondas de cisalhamento de 1.71 m/s no interior do nódulo, compatível com a consistência intermediária do elastograma da imagem prévia e ligeiramente menor do que o tecido fibroglandular, onde mediu 1.50 m/s.

No exame da Sonimage concluiu-se que as características US, Doppler e elastográficas do nódulo sólido da mama esquerda são compatíveis com os processos benignos da mama (BIRADS III) e sugeriu-se 2 hipóteses principais: fibroadenoma e hamartoma.

Discussão: A conclusão do exame realizado em outro serviço foi só embasada no estudo US, pois o estudo Doppler não poderia ser considerado e, apesar da lesão ser sólida e não saber qual era o seu padrão de vascularização, o ultrassonografista classificou o nódulo como BIRADS III. Os resultados da análise Doppler que foi realizada não foram mencionados e é fácil de compreender, pois o colega não conseguiu detectar um único vaso, tanto no tecido nodular, quanto no parênquima adjacente e,  consequentemente, não havia como realizar o Doppler pulsátil. Com a análise US exclusiva de  nódulo sólido mamário o correto é proceder à PAAF (punção com agulha fina guiada pela US). Há nódulos sólidos da mama, especialmente em mulheres jovens, que são bem delimitados, mais largos do que altos, moles (geram reforço acústico distal) e, com todas essas características benignas (figura 9), são malignos (falso-negativo da US). E, somente quando se realiza o Doppler percebe-se que são hipervascularizados internamente, indicando elevado metabolismo e potencial maligno (figuras 10 e 11). O exemplo clássico de tumor mamário  bem localizado maligno é o Carcinoma mucinoso.

4_ca mista MD em idosa

Figura 9.  A imagem mostra  nódulo sólido às 10 horas da mama direita, mas largo do que alto com duas lobulações discretas, contornos bem definidos, difusamente hipoecogênico e contendo algumas áreas císticas esparsas no seu interior, que parecia lesão benigna pela análise US (BIRADS III).

Dop Ca misto em idosa

Figura 10. O estudo Doppler do nódulo sólido às 10 horas da mama direita mostrou a presença de vasos distribuindo-se aleatoriamente no seu interior e chegando ao centro do nódulo, sendo o tom claro observado em vários vasos intranodulares indicativos de velocidades elevadas e suspeitou-se de malignidade (BIRADS IVB), com diagnóstico diferencial principal o fibroadenoma hipervascularizado de crescimento rápido (20% dos casos de fibroadenomas). Procedeu-se à biópsia, que constatou ser a lesão um carcinoma mucinoso.

Justamente as pacientes jovens com vários casos de câncer de mama na família são aquelas que têm maior probabilidade de apresentar nódulos cancerosos precocemente, de elevado potencial maligno, metastatisando precocemente e matando-as na flor da idade. Não podemos confiar que o nódulo que parece fibroadenoma seja fibroadenoma sem realizar o estudo Doppler e, de preferência, o elastográfico também. Neste caso, após a realização de 3 exames, cada um deles com um principio físico distinto (US analisando o padrão morfológico pelo principio acústico; o Doppler o padrão de  vascularização pelo efeito Doppler e a elastografia analisando a consistência pelo principio da elasticidade), foi possível concluir que o nódulo era benigno, pois quando 2 exames de imagem concordam a probabilidade aumenta e se forem 3 concordando é possível dispensar a biópsia e realizar apenas o acompanhamento evolutivo, o que foi decidido por consenso no curso de elastografia neste último congresso que participamos do AIUM  nos EUA de 21 a 25 de março de 2015. Ou seja, acompanhamento evolutivo em nódulo sólido de mama, considerado benigno pelo US, só com total segurança de benignidade, só possível com no mínimo dois exames (US e Doppler) e melhor ainda com três exames (US, Doppler e elastografia).

Por que o resultado do estudo Doppler realizado em outro serviço não foi de qualquer valor? A resposta  a esta pergunta pode nos ajudar a entender porque tantos colegas ultrassonografistas não consideram o Doppler útil no diagnóstico diferencial dos nódulos mamários. A ausência de qualquer vaso no nódulo e tecido ao redor, quando tantos vasos havia no exame da Sonimage, pode ter mais do que uma explicação:

  1. O aparelho é inadequado. São poucas as empresas que produzem Doppler de alta qualidade e mesmo estas empresas não o disponibilizam em todos os equipamentos que fabricam, mas apenas os colocam nos equipamentos de grande porte, mais caros e não disponíveis na maior parte dos laboratórios.
  2. Os ajustes foram inadequados: é necessário ajustar para fluxo lento, reduzir o PRF, aumentar o ganho, ajustar o filtro de parede para não eliminar excesso de ecos e não comprimir o tecido mamário durante o exame com o risco de eliminar qualquer vaso que possa por acaso existir. Há uma regra para documentar o Doppler de um nódulo como hipovascularizado, demonstrando na imagem que os ajustes corretos foram realizados, ou seja, poderá ser corroborado pelo ultrassonografista que revisar o caso:
    1. se a suspeita é de torção testicular unilateral temos que fazer os ajustes Doppler no testículo preservado e somente então poderemos concluir que o testículo sem vasos deve estar torcido;
    2. se a lesão é mamária deve-se fazer ajuste do Doppler colorido para fluxo lento;
    3. se o nódulo é hipovascularizado obrigatoriamente tem que haver vasos no parênquima ao redor da lesão, de preferência  no mesmo plano tecidual do nódulo, para que possa ser considerada hipovascularizada;
    4. vasos presentes no mapa a cores intra e peri lesão têm que ser amostrados no Doppler pulsátil para demonstrar que são vasos e não outra estrutura qualquer. Motivo: o mapa a cores isoladamente mostra movimentos, que podem ser do sangue nos vasos, respiratórios, musculares ou do peristaltismo.  O formato de onda no Doppler pulsátil caracteriza o fluxo como arterial ou venoso e não deixa dúvida que a estrutura amostrada é vascular. Há parecer jurídico normativo de processos contra médicos ultrassonografistas  nos Estado Unidos, que envolveram resultados do estudo Doppler considerados errôneos, no quais a ausência de amostragem do vaso no Doppler pulsátil foi causa para condenação.

O Doppler que nós vimos neste caso não tem qualquer valor diagnóstico, pois não identificou um vaso dos inúmeros que existia no campo da lesão no exame realizado no Sonimage. Aqueles que afirmam que o Doppler de mama não presta, não sabem realizá-lo, não tem o equipamento sensível ou ambos. Lembrem-se que poucas empresas têm Doppler suficientemente sensíveis para examinar a mama até hoje, nunca disponibilizados no equipamento de médio porte, o que encareceria muito o preço final do equipamento. O protocolo internacionalmente aceito exige a realização do Doppler na avaliação do nódulo sólido da mama e, se houver a disponibilidade da elastografia, é ainda melhor (exame tríplice), conforme ficou estabelecido no último congresso do AIUM em março de 2015. Quanto mais respaldado for o exame, mais preciso será o diagnóstico. Recomendamos a aula de mama referente aos falso-negativos e falso-positivos do nosso portal para aqueles que desejarem aprofundar-se nos erros diagnósticos da mama e tornarem-se ultrassonografistas mais precisos e bem fundamentados tecnicamente. Ou podem se escrever no curso teórico-prático de mama do portal Lucy Kerr que será realizado neste ano em 29, 30 e 31 de maio 2015. Depois de realizá-lo você será incapaz de cometer um erro de protocolo tão grave quanto este que mostramos agora.

Conclusão: Fazer o diagnóstico de lesão sólida da mama BIRADS III sem realizar o Doppler descumpre o protocolo internacionalmente aceito e está sujeito a sérios erros diagnósticos, que poderão ter graves consequências para a paciente se houver retardo no diagnóstico de câncer simulando lesão benigna pela US de módulo B como mostramos neste relato de caso. Mas é imprescindível que o Doppler seja realizado corretamente, com a técnica precisa e equipamento sensível. Na década de 80, quando não existia o Doppler, o protocolo de mama para estes casos era: nódulo sólido de mama diagnosticado é igual a nódulo sólido biopsiado. Quem não sabe realizar o Doppler de mama é melhor continuar seguindo o protocolo antigo e não classificar lesão sólida de mama como BIRADS III com Doppler totalmente errado. Mas não digam que é o Doppler de mama não presta.

*Diretora da Sonimage e presidente do Instituto KERR

** Estagiário do Instituto KERR

 

 

 

Publicado 13/04/2015 por lucykerr em Ultrassonografia

ELASTOGRAFIA – O TEMA DO CONGRESSO DO AIUM 2015   Leave a comment


Participei do Congresso Anual da Sociedade Americana de US (AIUM), realizado em março de 2015 na Flórida-EUA e a ênfase do evento, o tema que foi abordado todos os dias e de vária formas distintas, foi a elastografia, considerada o maior avanço na área de imagem desde o advento do Doppler e todas as aulas e trabalhos científicos apresentados ressaltaram o valor diagnóstico do método.

Infelizmente aqui no Brasil os colegas ultrassonografistas relutam em abraçar essa nova modalidade de imagem devido aos convênios recusarem-se a pagar o exame e devido a questão do investimento, tanto no aprendizado, quanto no equipamento.

Já temos 5 anos de experiência com o método e ainda a Sonimage, onde exerço minha atividade como médica, é o único laboratório do Brasil que realiza o exame tríplice de rotina em seus pacientes.

Continuamente respondo e-mails de pacientes desejando realizar o exame Tríplice em sua cidade e não posso indicar ninguém por que não há, infelizmente.

E as cidades são as mais variadas: Brasilia, Manaus, Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Cuiabá, Porto Velho, para citar apenas as mais importantes.

Até quando esse atraso persistirá?

Dra. Lucy Kerr

Publicado 31/03/2015 por lucykerr em Ultrassonografia

MENSAGEM IMPORTANTE   2 comments


Seja um expert na Medicina do Futuro:  aprenda o MÉTODO TRÍPLICE DE IMAGEM ou  Ultrassonografia associada ao Doppler e Elastografia, o qual é executado e interpretado por examinador único, em um só tempo do exame, o que permite correlação dos achados dos três exames, oferece diagnósticos mais precisos e reduz as intervenções desnecessárias.

O estágio é oferecido pelo único serviço do Brasil que o pratica de rotina, a Sonimage, que patrocina o IKERR- Instituto Kerr, onde o estágio é ministrado.

Duração: dois anos completos

Responsável: Dra. Lucy Kerr.

Para maiores detalhes:

Tel – 11- 3287 3755 (falar com Raquel para agendar entrevista)

Email  portal@lucykerr.com.br

Publicado 31/03/2015 por lucykerr em Cursos, oportunidades

MAMOGRAFIA EM CHEQUE – PARTE 1   1 comment


NOSSO VÍDEO DO YOUTUBE, SOBRE A INEFICÁCIA E MALEFÍCIOS DA MAMOGRAFIA TORNOU-SE VIRAL

Já não temos controle sobre quantos assistem ou assistiram nosso vídeo do youtube “Inefícácia e Malefícios da Mamografia”, pois tantos sites e personagens do face book os colocaram em suas páginas que a contagem recomeça a cada vez. Nossa última contagem certa acusava que nosso vídeo havia sido assistido por mais de 70 000 pessoas.

Muitos comentários continuam chegando a cada dia sobre esse vídeo, que é encontrado até em sites pornôs no nosso último rastreamento, embora nada tenha de pornográfico. Obsceno de fato é a ocultação dessa verdade para as mulheres por tantos anos. Também é obsceno que médicos honestos e neutros, sem conflitos de interesses (não lucram com a mamografia) estejam sendo coagidos por colegas radiologistas a não relatar às mulheres e à mídia sobre os malefícios da mamografia. Entre esses últimos nos encontramos, mas nem por isso cederemos à pressão que estão colocando sobre nós. Há uma passagem bíblica interessante que exemplifica bem essa situação, na qual os fariseus (a elite religiosa dos judeus na época de Jesus) pedem ao Mestre que repreenda seus discípulos em algo perfeitamente correto e justo que realizavam e Jesus retruca: se eles se calarem, até as pedras clamarão! Posteriormente os fariseus foram considerados o símbolo da hipocrisia.

O que é certo e verdadeiro sempre triunfa e o tempo é implacável com os mentirosos, caluniadores e desonestos. Continuaremos a propalar aos quatro ventos que a mamografia é prejudicial para as mulheres e não lhes traz nenhum benefício e alertando-as para se acautelarem daqueles que dizem o contrário por ignorância (mais comum) ou conflitos de interesses mal disfarçados, ainda que cientes dos males que causam para as mulheres.

Vamos dar mais informações para aqueles que acompanham nossa luta e se solidarizam com nossa campanha para abolir a mamografia do Brasil e para que tenham todos os argumentos para apresentarem aos opositores desse movimento e, melhor ainda, diretamente à mulher, a maior interessada.

A base racional para o rastreamento mamográfico é extremamente simples: detectar o câncer de mama precocemente e reduzir a mortalidade da doença e a necessidade da mastectomia. Mas o câncer de mama é uma doença complexa e problemas complexos raramente tem soluções simples“, segundo Karsten Juhl Jørgensen (8).

Em fevereiro de 2014 foi publicado um estudo canadense com quase 90.000 pacientes acompanhadas por 25 anos e que constatou incapacidade da mamografia para reduzir a mortalidade por câncer de mama(21) . Surpreendentemente o trabalho canadense tem sido desacreditado entre os radiologistas brasileiros como tendo sido mal executado e com falhas grosseiras. Emitiram opiniões e não evidências, pois como tiveram acesso aos dados de 25 anos de estudo em tão curto espaço de tempo? Qual a qualificação desses profissionais brasileiros que se contrapõem ao parecer do Conselho Médico Suíço (CMS), que em fevereiro de 2013 validou esse estudo, assim como todos os demais que consideraram a mamografia incapaz de reduzir a mortalidade do câncer de mama? O estudo dos cientistas do CMS, uma equipe de vários profissionais altamente qualificados, demorou mais de um ano para ser emitido e analisando com rigor científico todos os estudos disponíveis. Deram especial ênfase a revisão da Cochrane Database System review, que analisou minuciosamente todas as séries realizadas para determinar a capacidade da mamografia rastrear efetivamente o câncer de mama e concluíram que a canadense eram a mais perfeita. Só posso acreditar que os nossos colegas radiologistas, ao emitirem parecer desfavorável ao estudo canadense de 25 anos em tempo récord se consultaram com uma bola de cristal, pois cientificamente seria impossível. Mais uma vez se repete a história do primeiro estudo canadense, que demonstrou que a mamografia não reduzia a mortalidade em 10 anos de acompanhamento, mas também foi desacreditado aqui pela classe radiológica porque se contrapunha às antigas séries com resultados mais favoráveis à mamografia.

O trabalho canadense criticado por radiologistas foi elogiado pelos Drs. Gotzsche e Olsen (3), membros da Cochrane Library, uma entidade responsável pela revisão da qualidade dos dados científicos, que publicaram um primeiro artigo no Lancet em 2000, após o ministério da saúde dinamarquês ter solicitado a eles a revisão das 8 séries prévias que haviam justificado a mamografia. A polêmica surgiu em 1999 quando a Suécia constatou após 10 anos da introdução do rastreamento mamográfico, que não houve qualquer redução da mortalidade por câncer de mama. Os resultados mostraram uma redução da mortalidade por câncer de mama da ordem de 0,8% no período de 1986 e 1996, quando comparado com o que era esperado nesse período, o que foi considerada irrelevante2 . Dr. Gotzsche e Olsen (3) perguntam, no título dessa revisão do Lancet, se o rastreamento pela mamografia era justificável (Is screening for breast cancer with mammography justifiable?). No corpo do artigo, os autores constatam que das 8 séries examinadas, num total de ± 500.000 mulheres, seis delas haviam cometido erros grosseiros, tais como, randomizaram errado, excluíram casos pós randomização e mascararam resultados estatísticos, justamente aquelas que haviam constatado a redução da mortalidade por câncer de mama pela mamografia [pooled relative risk for breast-cancer mortality was 0.75 (0.67-0.83)]. Apenas as séries de MALMÖ e a CANADENSE foram corretamente realizadas segundo os autores e estas concluíram que a mamografia não reduz mortalidade por câncer de mama (pooled relative risk 1.04 [95% CI 0.84-1.27]) or on total mortality (0.99 [0.94-1.05]), sendo que das duas séries, a canadense foi a melhor documentada e os autores tiveram acesso a todos os dados: a randomização e exclusões corretas, não mascarou resultados e detectou os menores tumores de mama dentre as 8 séries. No entanto, a série canadense foi a mais criticada pelos radiologistas, inclusive os brasileiros, pois seus resultados são os mais negativos para a mamografia, uma vez que demonstrou que não houve redução da mortalidade por câncer de mama no grupo rastreado pela mamografia, enquanto que teve aumento de 3-4 vezes no nº de cirurgias realizadas por nódulos benignos detectados. E esses dados foram reconfirmados posteriormente por inúmeros artigos 3-6,8,9,11-14,16,18,19,22 que acrescentaram ainda outros problemas vinculados ao rastreamento mamográfico, como o diagnóstico excessivo por exemplo, que pode gerar mastectomia, radioterapia e quimioterapia desnecessárias.

Após essa época houve prós e contra a mamografia, mas atualmente prevalece o lado contrário ao método 1,4-14,16,18-31,33-40,50-52,54,60,62. E esse foi o grande motivo pelo qual o Conselho Médico Suíço decidiu recomendar a abolição da mamografia1. Como podem apreciar, há muito rigor e embasamento científico nas nossas afirmações.

Sugiro a todos que me leem que assistam a um vídeo, denominado de “A promessa”, realizado na Inglaterra em 2012, que relata a polêmica envolvendo o rastreamento do câncer de mama pela mamografia naquele país, que tem depoimentos de médicos proeminentes da Inglaterra, como Dr.Mike Baum, professor de cirurgia do Kings’ College e que participou do primeiro rastreamento baseado no Forrest Report 96. Dr. Baum relata nesse vídeo que após 10 anos do início do rastreamento acumularam-se claras evidências de que os benefícios da mamografia haviam sido superestimados e os malefícios subestimados e que o método não cumpria a promessa de rastrear o câncer de mama precocemente e reduzir a sua mortalidade e sugeriu que as mulheres fossem corretamente informadas das controvérsias antes de se submeterem ao rastreamento e que não fosse compulsória a permanência delas no programa britânico do rastreamento do Câncer de mama iniciado em 1986. Mesmo assim o grupo de médicos envolvidos no programa, exceto o Dr. Baum que se demitiu em protesto, insistiu em mantê-lo, não informando corretamente às mulheres sobre os problemas relativos, pois se deixassem livre a escolha para a mulher, ela não se submeteria à mamografia, pois era exame muito doloroso.

INTERESSES ECONÔMICOS MAL DISFARÇADOS TENTAM EVITAR QUE A VERDADE SOBRE A MAMOGRAFIA CHEGUE ATÉ AS MULHERES

Há décadas acumulam-se as evidências, cada vez mais contundentes contra a mamografia (3-31, 33-40,50-52,54,60,62), sem que governos ou sociedades médicas se posicionem contra o método e a cada trabalho publicado em revistas médicas conceituadas por cientistas neutros há o posicionamento das autoridades locais, respaldadas por grupos de radiologistas, ministros do governo e políticos contradizendo os estudos (todos com sérios conflitos de interesses) . Como explicar esse non sense? Dr. Birnholz 41, escreve no jornal eletrônico da Sociedade Americana de Radiologia e faz uma análise fria e muito sensata dos motivos:

  1. no caso da mamografia houveram muitas campanhas para divulgá-la que envolveram leigos e governos, “ sendo uma coletânea de promoções locais independentes continuamente alimentadas por uma esmagadora propaganda populista. Este tipo de envolvimento público, embora sempre bem intencionado, impediu uma avaliação isenta do método em si,” segundo Dr. Birnholz . Agora está difícil explicar para esse grupo porque a mamografia é uma fraude. Que não estávamos protegendo as mulheres contra a morte pelo câncer de mama e estávamos até prejudicando-as com exames e procedimentos desnecessários, diagnósticos excessivos seguidos de tratamentos exagerados e que o método escolhido para rastrear o câncer de mama na verdade ajudava a provocá-lo. Há muita emoção envolvida entre os que abraçaram a causa da mamografia e vestiram a camisa de defendê-la a todo custo. Quantas associações de mulheres não se orgulham da implantação do serviço de mamografia na sua cidade, arrancado à custa de muito esforço dos políticos locais. E as inaugurações, cheias de participantes para aplaudirem o acontecimento, com notícias nas rádios, nos jornais locais e até em TVs! E agora, como explicar o descaminho? Quem vai encarar? É mais fácil dizer que a mamografia funciona e que as pesquisas estão erradas.

Essa barbaridade ocorre há anos no Brasil, sendo um prolongamento do que ocorreu nos EUA e Europa. Temos que explicar a verdade, se não quisermos ser coniventes com a maior fraude da científica de todos os tempos, pois agora não há mais dúvida: a mamografia não reduz a mortalidade por câncer de mama. A explicação, segundo o CMS, está na biologia e tipos de tumores da mama, muito diferentes entre si. A faixa etária de maior incidência não é a mesma que tem a maior mortalidade. A maioria dos casos de câncer de mama ocorre acima dos 50 anos, quando a mamografia seria indicada para detectá-los, mas esses são responsáveis por pequeno percentual da mortalidade total. Uma minoria ocorre em mulheres com menos de 40 anos, que herdaram genes que favorecem ao aparecimento do câncer de mama, como o BRCA1, BRCA2, do gene A-T (ataxia-telangiectasia), mas são responsáveis pela maior parte dos casos fatais. Nessa faixa etária as mamas são densas, inadequadas para a mamografia. E quanto mais densa for a mama, maior é o risco de ter câncer. Agravado pelo fato desses tumores serem moles, agressivos e sem microcalcificações, não detectáveis pela mamografia. Quem mais precisa do diagnóstico precoce não se presta para ser diagnosticada pela mamografia. Quem sabia disso há 50 anos, quando a mamografia começou a ser realizada para rastrear o câncer de mama? Mas como explicar tudo isso para leigos que vestiram a causa da mamografia? Principalmente porque pode não haver interesse em explicar. E aí temos o segundo motivo.

  1. Há uma imensa estrutura implantada de mamógrafos por muitos países, inclusive o Brasil. Como fazer o desmanche disso tudo? Há custos envolvidos, há perdas de empregos e de ganhos embutidos, caso os serviços de mamografia sejam desativados. Fazer isso na Suíça e no Canadá é fácil, pois é o governo que banca toda a assistência de saúde nesses países. A sobra financeira poderá ser destinada para outras ações, onde será mais bem empregada. Mas quando é a iniciativa privada que está realizando as mamografias, que investiu e espera retorno, fica mais complicado, como ocorre no Brasil e nos EUA. Todo aparato que se desenvolveu para rastrear o Câncer de mama é difícil de desmontar, envolve interesses econômicos e políticos. Agravado pelo fato de muitos políticos e associações de defesa dos direitos da mulher terem se apossado da mamografia em campanhas para defender o método como rastreador do câncer de mama. E não é uma questão de dizermos: vamos deixar como está, pois se não faz bem, mal não faz. Pois a mamografia é prejudicial para as mulheres.

QUE MÉTODO UTILIZAR SE A MAMOGRAFIA NÃO CONSEGUE REDUZIR A MORTALIDADE DO CÂNCER DE MAMA?

A US de mama preenche a maior parte dos requisitos de um método de rastreamento: é barato, tem boa aceitação, é indolor, isento de efeitos biológicos e sensível62,82. Mas tanta atenção foi dispensada a mamografia que se deixou de mensurar sua eficácia para reduzir a mortalidade do câncer de mama, o que poderá demorar vários anos. Não é suficiente saber se a ultrassonografia é capaz de detectar o câncer de mama, como exigido para um método que se proponha a rastrear a doença. Mas a capacidade de detectar exige pouca pesquisa e tempo para ser efetivada. O difícil, que demora tempo, muito custos e acompanhamento minucioso por anos e anos a fio, é verificar se o método consegue reduzir a mortalidade por câncer de mama. Minha experiência até o presente indica que é bem provável que a US consiga reduzir a mortalidade por CA mama, pois detecta o câncer da jovem e das mamas densas, além de não causar efeito biológico. As mulheres mais jovens são as que mais frequentemente não têm o câncer detectado na mamografia devido à grande densidade das mamas, o que impede a penetração adequada da radiação e diminui sua capacidade de diferenciar entre o câncer e o tecido normal da mama (ambos se mostram com uma só densidade na mamografia). Metade das mulheres no período reprodutor tem as mamas densas e inadequadas para realizarem a mamografia e esse percentual permanece em 38% na menopausada, caso faça uso da hormonioterapia de reposição43. O percentual de casos não detectados varia de 10 a até 78%, dependendo do grau de densidade do parênquima mamário, sendo máximo na mama hiperdensa 91-95. Todos os estudos que analisam os falso-negativos da mamografia concluíram que a mama densa é a principal causa e esse problema é insolúvel, pois é uma limitação do princípio físico da mamografia. E é nessa faixa etária que o crescimento do câncer é mais rápido e grave, o que reduz substancialmente a chance de ser completamente erradicado e curado. Quando comparada com as mulheres mais idosas, a mulher jovem tem um câncer de mama muito mais agressivo e menores chances de sobrevida. 44-46,48 Mais e mais evidências nos mostram que o câncer da mulher com menos de 40 anos difere biologicamente do das mais idosas. 44-46,48. Mas também a mamografia não detecta os tumores situados nas margens das mamas, pois não é possível colocar as mamas integramente no filme radiográfico. Ou seja, o exame oferece uma visão panorâmica da mama, mas não é global, pois deixa uma parte dela sem ser examinada. E o câncer de mama tem predileção pelas margens, onde há maior concentração do tecido fibroglandular, especialmente os quadrantes laterais das mamas, o que desfavorece a mamografia 95. Acreditava-se que, com o advento da mamografia digital iria aumentar a acuidade da mamografia, mas somente aumentou a quantidade de microcalcificações detectadas (e mais falso-positivos para as mulheres). No caso da US podemos afirmar, sem medo de errar: se não faz bem, mal não faz.

OBSERVAÇÃO

Durante o XVIII Congresso Nacional da SBUS realizamos uma conferência sobre Novidades no rastreamento mamográfico do câncer de mama, devido sua grande importância e atualidade. E Dr. Waldemar Naves do Amaral, presidente atual da SBUS e FISUSAL prometeu que a colocaria gratuitamente no site da SBUS, fortalecendo nossa campanha para abolir a mamografia de nosso país.

Todas as referências que não pudemos colocar para substanciar nossa exposição durante nossa aula no congresso estão elencadas abaixo e também serão as referências dos demais pontos que serão enfocados na sequência da “MAMOGRAFIA EM CHEQUE” do nosso blog

Referências bibliográficas

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Publicado 10/11/2014 por lucykerr em Ultrassonografia

Lucy Kerr lança novo livro na Pinacoteca da APM   Leave a comment


A ultrassonografista Lucy Kerr, presidente fundadora da Sociedade Brasileira de Ultrassonografia (SBUS) e diretora executiva fundadora da Federação Internacional das Sociedades de Ultrassonografia da América Latina (Fifusal), lançou seu mais novo livro, “Ultrassonografia e Doppler no Trato Gastrointestinal”, na Pinacoteca da Associação Paulista de Medicina (APM), no dia 11 de setembro.

Com cerca de 400 páginas e mais de 500 imagens diagnósticas e análise de casos reais, o livro ensina as técnicas deste tipo de exame de forma detalhada, analisando os aspectos normais e anormais das alterações ultrassonográficas do trato gastrointestinal, assim como as alterações doppler, oferecendo conhecimento amplo, detalhado e útil.

Com 18 livros publicados e mais de 400 palestras em congressos, jornadas, simpósios, reuniões científicas, seminários e fóruns, alguns dos sinais ultrassonográficos descritos por Lucy Kerr são internacionalmente utilizados e citados em livros e publicações científicas.
O presidente, Florisval Meinão, e os diretores de Tecnologia da Informação adjunto, Antônio Carlos Endrigo, Científico, Paulo Pêgo Fernandes, e o 2º diretor de Patrimônio e Finanças da APM, Marun David Cury, prestigiaram o evento, que contou com cerca de 100 pessoas.

Veja a notícia em: http://www.apm.org.br/noticias-conteudo.aspx?id=11110

Publicado 16/09/2014 por lucykerr em Ultrassonografia

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